domingo, 7 de maio de 2017

Eles dão valor à vida

Os médicos Rafael Teixeira, Rodrigo Figueiredo e Carlos Campagnaro salvaram a vida do bebê Emanuelly que tentava sobreviver no útero após a morte de sua mãe
Publicado em 05/05/2017 às 19h44

Os médicos Carlos Campagnaro, Rafael Teixeira e Rodrigo Figueredo receberam o prêmio das mãos do diretor executivo de jornais, rádios e digital Marcello Moraes
Os médicos Carlos Campagnaro, Rafael Teixeira e Rodrigo Figueredo receberam o prêmio das mãos do diretor executivo de jornais, rádios e digital Marcello Moraes 
Em julho do ano passado começava a batalha da bebê Emanuelly, que tentava sobreviver no útero de sua mãe, Rosiele Ferreira Onofre Pires, após a morte dela. Aos poucos a luta foi vencida pela pequena, mas o desfecho positivo desta história só foi possível graças à ação dos médicos Rafael Teixeira Ribeiro, Rodrigo Cruvinel Figueiredo e Carlos Campagnaro Santos Martins. Responsáveis por acompanhar a gestação e trazer Emanuelly ao mundo, eles foram os grandes vencedores do prêmio Capixabas do Ano na categoria Saúde, com 53,94% dos votos.
Os três médicos atuam no Hospital São José, em Colatina, para onde Rosiele, que era do interior de Mantenópolis, foi levada depois de sofrer um aneurisma. Aos 17 anos, a gestante teve morte cerebral decretada em 5 e julho de 2016.
Do médico Rodrigo Cruvinel Figueiredo, que é intensivista e coordenador da UTI Adulto, partiu a decisão de manter a mãe viva por aparelhos, a fim de salvar a criança.
Passados 44 dias desde a declaração da morte cerebral de Rosiele, a menina nasceu pelas mãos do obstetra Carlos Campagnaro Santos Martins, que realizou o parto. Enquanto se fortalecia, ela foi acompanhada de perto pelo Neonatologista Intensivista e Chefe da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, Rafael Teixeira Ribeiro.
Na época, a tia de Rosiele, Eliandra de Jesus Miranda, chegou a declarar: “Os médicos estão se esforçando para tentar salvar a vida da criança. Eles não quiseram desligar o aparelho para que a gestação seguisse em frente. No hospital disseram que vão prolongar enquanto puder, eles falam que o bebê está bem”.
Quando nasceu, em 18 de agosto, Emanuelly possuía apenas 1,1 quilos. Já em outubro, quando recebeu alta do hospital, a menina já possuía 2,3 quilos. Hoje ela mora na Serra, com o pai.
Fonte: www.gazetaonline.com.br

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